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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Quanto vale uma bicicleta? Quanto vale o prazer de pedalar?

Alguns veem a bicicleta como um custo relacionado ao lazer. Aqueles que a utilizam como meio de transporte enxergam como um benefício de baixo custo.

Nenhum dos pontos de vista estão corretos ou incorretos, tudo depende de como cada pessoa utilizará o equipamento. Por diversas vezes o assunto em rodas de discussão de conhecedores do tema girou em torno do custo das bicicletas. Uns comentam a grande valorização decorrente do aumento da utilização, outros comentam que isso vai contra a popularização do modal. A verdade é que para cada ciclista é estabelecido "o valor do prazer de pedalar", concordam?

De fato, nem sempre os altos valores representem qualidade do produto, mas definitivamente os baixos valores significam baixo desempenho e baixo conforto nos modelos comercializados no Brasil. Muitas marcas internacionais de bicicletas estabeleceram escritórios sedes ou unidades de fabricação, visando uma fatia do crescimento da economia nacional, e com isso, trouxeram não só o aumento da competitividade, mas também o aumento de opções de escolha. Hoje é possível encontrar marcas de renome internacional com valores aproximados aos das marcas nacionais.

Mas então qual é o valor de uma bicicleta?

Para aqueles que não pedalam, mas gostariam, ou pretendem iniciar, os valores praticados atualmente para as bicicletas de médio porte, por exemplo, assustam (em torno de R$ 2.500,00). Para aqueles que conhecem os benefícios da bicicleta e que pedalam como opção para a mobilidade urbana, os valores praticados são aceitáveis. Muitos não medem recursos para adquirirem equipamentos de qualidade. A verdade é que tudo é uma questão de prioridade, afinal de contas, se existem pessoas dispostas a pagar R$ 2.500,00 em um celular, existem pessoas dispostas a pagar o mesmo valor em uma boa bicicleta. Como dito anteriormente, nem tudo que é bom é caro, mas definitivamente influencia na escolha. O fato é que na hora de pegar aquela ladeira punk, ou em situações em que o equipamento for exigido, podem ter certeza, cada centavo será lembrado.

Tudo depende daquilo que você está se propondo a realizar. Se o seu desejo é ser produtivo na pedalada, com certeza aquela bicicleta do supermercado não vai ser legal :-)

Eaí? Vai comprar um celular novo ou vai comprar uma bicicleta boa?


Dia 10 - Quando o mal tempo pega... bora pedalar! Rsss


Só tenho a dizer que está frioooooooooooooooooooo e chovendooooooooooooo :-\, mas vamos que vamos! Com o ritmo 2 vezes mais lento e rota compartilhada entre o metrô e as bicicletas de aluguel! rssssssss



Notas e Informações importantes


Considerar custo médio de R$ 2.000,00 a R$ 2.500,00 para viabilizar a comercialização e afirmar o produto em médio porte.


Fotos






terça-feira, 3 de setembro de 2013

O terror de quem pedala: a chuva

Dia 9 - Vale pedalar na chuva? Vai que dá!


Eaí, vai encarar a chuva? Eu gosto de pensar que se uma nadadora de 64 anos de idade consegue uma façanha inédita de atravessar o mar de Cuba até a Flórida, num percurso de 166km sem gaiola contra tubarões (verdade), não vai ser a chuva que vai me impedir, vai?

Mas cada um é cada um. Obviamente não existe necessidade de enfrentar a chuva à toa, somente por um feito heroico diário. Na chuva tudo se complica, os trens ficam mais lotados, o metrô trafega com velocidade reduzida, os ônibus não saem do lugar, o trânsito fica descomunal e assim por diante. Bom, com a bicicleta não seria diferente, a não ser o fato de não ter que passar por nada disso! Ir quentinho, no conforto do carro, não tem igual, mas nada como chegar cedo no trabalho e em casa!

Um dos pesadelos de quem pedala com certeza é a chuva, e os problemas vão do desconforto ao perigo. A melhor maneira de enfrentar tudo isso é se programar. Sempre procure olhar a previsão do tempo em relação ao dia seguinte, esse é o primeiro ponto. Esperar pelo pior é sempre a melhor maneira de driblar os problemas, e isso serve para toda a vida, afinal de contas, pedalar é opcional, não uma obrigação.

Alguns ciclistas utilizam capas de chuvas e roupas especiais, outros utilizam as roupas normais. Particularmente acredito que a capa de chuva não seja confortável e os resultados tão pouco excepcionais. Com toda certeza, a utilização do bagageiro e um alforje impermeável fazem a diferença, pois é possível transportar roupas limpas e secas do começo ao final do trajeto, independentemente da intensidade da chuva.

Mas o fato de se molhar não é o grande problema, e sim, a segurança. As ruas ficam mais escorregadias, os carros com menor visibilidade, as chances de um pneu furar são maiores, e os reflexos do ciclista são menores. Quanto a esse problema, o equipamento será o seu maior aliado. Uma boa bicicleta, com um bom sistema de freios, uma sinalização de luzes eficiente e um pneu adequado reduzem as chances de qualquer ocorrência. Aliás, o pneu com certeza será o seu maior aliado. Quanto maior a aderência e melhor o desenho dos sulcos, menor a chance de escorregar. Os pneus de ciclocross (35 com sulcos) ou os pneus 38 (mais populares no brasil para aros 27) são os mais recomendados. Pneus 28 e 23 escorregam facilmente em um asfalto molhado. Para as bicicletas aro 26, pneus 1.5 são os mais recomendados. Evite também as curvas muito fechadas e mudanças de direção repentina. Faça tudo com antecedência, principalmente a frenagem. Vale tudo para não escorregar!

Como sempre, a regra para a segurança da pedalada é "devagar e sempre". Funciona!

Vale lembrar também que a lubrificação da bicicleta, após a utilização na chuva, será prejudicada e será necessário realizar uma limpeza e manutenção da graxa (ou óleo). A sujeira também será uma grande inimiga para a durabilidade da bike. Na chuva, os granulados de poeira e sujeira são facilmente transmitidos para as articulações, engrenagens, correntes e transmissão

Portanto, segurança sempre em primeiro lugar. Luzes, refletores, pneus adequados, e uma pedalada em ritmo moderado podem lhe salvar de um risco desnecessário.


Notas e informações relevantes


Definitivamente considerar um pneu 35 ou 38 para o projeto. Mais uma validação de que o bagageiro para o suporte de alforjes é extremamente importante para quem pedala na cidade.


Fotos











segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pedalar e suar, faz parte do negócio!

Dia 8 - Devagar e sempre!


É notável a preocupação de todos com o suor decorrente da pedalada e como lidar com essa situação. Recebo diariamente essas dúvidas via internet e nas rodas de conversas, e parece que essa é a maior preocupação de todos. O fato é que ir devagar e sem pressa fazem toda a diferença! Acreditem!

Sair atrasado ou em cima da hora é o principal fator da transpiração na pedalada diária, pois isso se reflete em um ritmo maior no trajeto, e, consequentemente, em suor. Sair antes do horário e chegar pelo menos 20 minutos antes do horário proporcionam um tempo extra de espera antes de ingressar no trabalho, fazendo com que o corpo desaqueça e a respiração estabilize, estancando a transpiração. Pedalar sem pressa faz toda a diferença, não só quanto a transpiração, mas também para a sua segurança!

Outras dicas são muito importantes para evitar este desconforto. A mochila nas costas é outro fator que agrava a transpiração. O uso dos alforjes com bagageiro, ou somente bagageiro, fazem MUITA diferença. Além de exigirem menos esforço durante a pedalada e evitar dores nas costas, é super importante para diminuir o suor. A mochila nas costas agrava a transpiração e super incômoda. Vale a pena investir em um bagageiro e um alforje para transportar os pertences!

Um "kit sobrevivência" contra o suor também é importante: toalha pequena, desodorante, perfume, roupas limpas e etc. Com o alforje, o transporte desses itens é descomplicado.

Com toda certeza, a roupa apropriada para o ciclismo também auxilia na redução da transpiração. Algumas pessoas preferem camisetas de algodão e outras, camisetas sintéticas específicas para a prática de esporte, sem contar as bermudas e calças que também são importantes. As roupas específicas para a prática de esportes são melhores, pois possuem tecnologia de tecido capaz de arejar o ciclista durante a prática, além de serem importantes na secagem rápida das roupas após a pedalada, mas cada um é cada um. Dê preferência às roupas apropriadas!

Outra dica é a otimização do trajeto. As vezes o trajeto mais curto envolve ladeiras, que podem ampliar o esforço, e, consequentemente, a transpiração. Muitas vezes, escolher um trajeto de menor esforço, mesmo que sua distância seja maior, é a solução.

Não se esqueça que os horários mais cedo possuem temperaturas mais amenas, o que ajuda a preservar o seu fôlego. Vale lembrar que no início, o condicionamento físico é um dos fatores que mais influenciam. Comece a pedalar o quando antes, e quanto mais o fizer, menores serão os problemas.

Ao contrário do que muitos pensam, na bicicleta não transpiramos tanto. Tudo depende de que forma será praticado.

Problemas...


Roda... again... :-\


Notas e informações importantes


Considerar definitivamente o bagageiro para alforje e transporte.


Fotos



















sexta-feira, 30 de agosto de 2013

As cores que fazem a diferença para pedalar

Dia 7 - Um tchau pra você que está no trânsito!


Na ida e na volta: Nenhum carro sequer conseguiu me ultrapassar. Na sexta-feira o trânsito é complicado, tudo parado! Não sei como tem gente que consegue ficar horas dentro do carro. O lado bom é que a diversão fica ainda maior! Nada como deixar para trás quem está no trânsito! kkkkkkk

A tempos que venho notando como as cores fazem a diferença no trânsito, para a segurança do ciclista. Os equipamentos de segurança fazem toda a diferença, luzes, refletores, capacetes e etc, mas a parte mais visível e a mais exposta é o restante do seu corpo, e acredite, a roupa que você utiliza faz toda a diferença.




Minha bicicleta, por exemplo. é branca e durante a noite noto que ela se destaca diante das outras bicicletas de outras cores com as quais eu cruzo. Naturalmente o branco é uma cor refletora, ou seja, durante a noite ela ajuda bastante para que os motoristas consigam notar a presença de um ciclista com mais facilidade, mas também existem cores que ajudam bastante, como o laranja e o verde limão, ou seja, cores vivas.




Durante o dia, as cores mais vivas e fortes são melhores. Com a luz do dia, o branco pode se misturar na paisagem e acabar perdendo a sua essência. De qualquer maneira, cores vivas e o branco são as mais recomendadas.

Ah! Se ainda não comprou sua bicicleta, considere comprar com alguma dessas cores!

Pedalar com segurança para alguns pode ser considerado uma chatice, uma coisa brega, ou sei lá o quê, mas o fato é que pedalar com segurança só aumenta o prazer. Lhe dará mais liberdade e tranquilidade para curtir a paisagem durante o trajeto. Tenho uma teoria de que os ciclistas trajados de ciclistas são mais respeitados do que aqueles que pedalam sem nenhum item de segurança e/ou roupas adequadas. Acredito que os motoristas, por alguma razão, respeitam mais. Independente do que pensamos, o importante é pedalar utilizando os itens de segurança básicos, como capacetes, refletores, luzes... e não se esqueça de utilizar roupas com cores vivas e mais claras! 

Por mais incrível que pareça, conheço amigos que não utilizam nenhum item de segurança por que acham feios, porque acham brega utilizar um capacete, uma luva, um colete de ciclista, dá para acreditar?

Pois acreditem! Essas pequenas coisas fazem a diferença, ajudam a preservar a sua saúde e podem salvar a sua vida! Segurança a mais nunca é exagero

Boa pedalada!


Notas e informações importantes


Considerar cores claras e vivas para o projeto. Com essas cores, a segurança de quem pedala durante a semana, e principalmente no período noturno é notavelmente maior.


Fotos e Vídeos


Esse aqui é para animar a sexta-feira! kkkkkk nada como deixar os motoristas para trás!







quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Diferentes trajetos e novas rotinas para pedalar sempre!

A verdade é que fazer um caminho diferente todo dia, ou pelo menos algumas vezes por semana ajuda no desempenho e na motivação!

Quando compromissos surgem, não significa que não é possível pedalar. As bicicletas do projeto mobilicidade, do Itaú, são uma “mão na roda” para ligar um lugar a outro, seja um trecho curto ou longo. A ideia é desafogar o trânsito, a superlotação do transporte público e aliviar o stress, afinal, porque pegar o carro ou o transporte publico para ir a um evento, uma reunião ou a um compromisso que está logo ali próximo se eu posso alugar uma bicicleta e me locomover com a metade do tempo e sem preocupação? É possível ir até bem arrumado! Não dá nem tempo de transpirar! E isso serve não só quando os compromissos surgem e atrapalham a sua programação de ir de bike ao trabalho, serve também para variar o trajeto diário, integrando o transporte público e a bicicleta por uma mobilidade urbana de qualidade.

A conexão da linha amarela do metrô com a linha esmeralda da CPTM em São Paulo trouxe opções de locomoção para muita gente e não é a toa que acresceu 1.7 milhões de usuários no sistema de linhas férreas metropolitano. O problema é conseguir entrar no trem nos horários de pico!


Então por que não utilizar a bicicleta para driblar os trechos mais complicados e complementar o trajeto? Ao invés de pegar o trajeto de trem (o mais complicado), utilize o aluguel de bicicletas desse projeto para saltar de um trecho complicado e realizar o restante do caminho de maneira mais confortável e rápida. É uma ótima maneira de ir ao trabalho com mais tranquilidade e não deixar de pedalar. Uma ótima solução para aliviar o desconforto do transporte público e ainda curtir um lazer no dia a dia da cidade, e, além de tudo isso, é uma opção para descansar o corpo e não enfrentar trajetos puxados todos os dias o que acabam por desmotivar quem opta por este modal.

Em conversa com um grande brother de pedaladas, um assunto muito interessante veio à tona e vale a pena compartilhar e refletir. De fato, todo e qualquer tipo de meio de transporte quando se torna obrigatório, fica chato. Se o fato de de ir de bike ao trabalho se tornar uma imposição diária, o prazer de pedalar se perderá com o tempo, e com ele, a motivação.

Por essa razão, pedalar deve ser sim, um meio de transporte, mas deve ser encarado como uma alternativa para a mobilidade urbana, e não uma obrigação. Deve ser encarada como um momento de lazer, de fuga das complicações urbanas. Escolher rotas diferentes e integrar a utilização com o transporte público, são maneiras de diferenciar o trajeto, e, consequentemente, de criar novas rotinas. Por exemplo, rotas alternativas onde a paisagem é o diferencial, são uma maneira de alegrar um dia difícil, rotas com poucas ladeiras, para os dias de cansaço, rotas rápidas para cumprir com as obrigações, e rotas de integração.

A posse de diferentes trajetos, na minha opinião, é uma estratégia de motivação para a continuidade do projeto, porque pedalar, acima de tudo, é um estilo de vida.

Notas e Informações Importantes:


Para o projeto, considerar público alvo que já opta por interlacar dias de transporte alternativo, individual e público. Aquele que entende as motivações e conhece os benefícios. Por conta dos dois dias utilizando um trajeto mesclado entre transporte público e bicicletas alugadas, ficou evidente que o desempenho da bicicleta é importante, até mesmo para que não haja esforço desnecessário, que desmotive o usuário.

Fotos




quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Ciclista "chique no úrtimo"

Kkkkk nada como um terno e uma bicicleta! Chique "no urtimo" kkkkkkkkk. Quem quer fazer parte do trajeto de bike, também funciona e não precisa nem se trocar.

De fato esse projeto mobilicidade das bicicletinhas do Itau são uma "mão na roda"! Infelizmente não estão espalhadas pela cidade inteira, mas na região sul, onde estão concentradas a maioria das estações de empréstimo de bicicletas, a locomoção é definitivamente outra! Além de ser muito fácil realizar o empréstimo, da para ir para onde quiser em um raio de 20km sem problema algum. Todos os dias vejo pra la e pra cá ciclistas com essas bicicletas emprestadas e fico feliz de saber não só de que as pessoas estão aderindo e entendem da facilidade proporcionada pelo uso da bicicleta mas que até a prefeitura e o governo enxergaram a importância e o custo beneficio do projeto e alem de atuarem na ampliação do projeto estão estudando a integração com o bilhete único.

Espero que a ideia se espalhe tanto quanto as estações e que ajude as pessoas a se locomoverem melhor pela cidade. A ideia é fantástica e funciona só falta um pouco mais de confiança das pessoas e incentivo de quem tem o poder de tomar decisões.

O melhor de tudo é que esse projeto pode funcionar como um complemento do trajeto de idas e vindas do trabalho, ou até mesmo para dar aquela passadinha no happy hour da empresa ou em algum outro evento social. Kkkkk e ainda da pra ir bem vestido! Eu fui para o aniversário do meu irmão. Cheguei antes e sem stress.



Sem pegar transito. Sem stress. Sem atraso. E sem... Quer uma boa motivação? Por isso eu vou de bike! Quando eu penso em tudo isso, fica muito fácil tomar a decisão.



Notas e Informações Importantes:

O banco! Que diferença! Não é a melhor ideia para o projeto, mas esses bancos são muito confortáveis! Vale conferir os modelos urbanos britânicos, tem ótimas referências.

Fotos




terça-feira, 27 de agosto de 2013

Esfriou, choveu, quebrou, mas a minha pedalada não miou!

Dia 4 - Futza la furada :-\

Já não bastasse o frio e a chuva... quebrou...

Apesar de tudo não desanimei kkkkk nos primeiros quilômetros lá se vai o pedal. Gastou tanto o ferro de suporte que cortou o parafuso e caiu. Tive que continuar por mais alguns quilômetros até encontrar uma bicicletaria. O pior de tudo: ainda tive que esperar a loja abrir kkkk no frio e na chuva. Mas deu tudo certo no final. 




R$ 30,00 a brincadeira.

A melhor parte foi o comentário da minha mulher:

Eu - Meu pedal quebrou. Tive que parar na bicicletaria.
Ela - Nossa mas e não da pra continuar?
Eu - Não, eu ia começar a subir a ladeira.

Ela - Põe Durex!

KKKKKKKKKKKK Por isso eu amo ela! Sempre de bom humor! Confesso que a brincadeira dela motivou a esperar por quase 1h e 15min até que biroska abrisse e sem perder o humor.
Na volta ela até mereceu uma visitinha minha pela façanha de me animar naquela situação! 



É fácil pensar que no frio ninguém sai para pedalar. Lá para os lados da Zona Norte, andei reparando, a galera não usa muito a bicicleta não, e não era por causa do frio. No centro e na Zona Sul, bicicletas pra lá e pra cá. Aí animou de vez! :-) As fotos não mentem :-)

Acho que o projeto das bicicletas do Itaú e o terreno mais plano também ajudam, ou é apenas cultural. Uma coisa a se considerar no projeto, com certeza.





Problemas relatados:

 O Pedal quebrou :-\ falta entender se foi por esforço ou má qualidade do material. Ficar na mão é sempre muito chato. Mas acontece. É importante manter o bom humor e conhecer algumas bicicletarias, ajuda bastante nessas horas.

Notas e Informações Importantes:

Considerar referência da Zona Sul e Zona Oeste como público alvo.

Considerar aplicativo para... (também não vou falar tudo rsss)

E um pedal descente, claro rssss :-)

Fotos e Vídeos




 


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Quem disse que segunda-feira não é dia de pedalar?

Dia 3 - Mamma let me go kkk

Segunda-feira é osso! Mas vamos que vamos!

É muito difícil acordar cedo, enfrentar o frio, pedalar então... concordo! Mas me animei só de pensar que teria que pegar aquele metrô lotado e o trem que todos os dias apresenta algum problema. Até a minha Mãe questionou: De bicicleta de novo? Mas tá frio!

Antes fosse só o frio. Mãe é Mãe! E se preocupa! Com toda razão, afinal, quase todos os dias uma notícia envolvendo uma fatalidade no ciclismo. É triste, mas acima de tudo é revoltante e por isso eu entendo ela.

Aí já vai a minha primeira dica: os aplicativos para celular estão cada vez mais evoluídos. Agora, além de monitorarem o desempenho, mostram em tempo real em qual parte do percurso você está e permite que você compartilhe essa experiência com outras pessoas, que podem te acompanhar em tempo real via web. Isso ajuda a deixar mais tranquilo, além de planejar rotas mais tranquilas. As vezes alguns quilômetros a mais ou alguns minutos a mais são melhores do que passar por algum perigo desnecessário. Bom eu utilizo esses aplicativos. Me ajudam a melhorar o desempenho dia após dia, e a entender os pontos fracos, os trechos mais enroscados e aí por diante :-)






Além desses aplicativos, não custa nada trocar uma mensagem para deixar a Mamma mais tranquila kkkk



Problemas relatados

Mas o mais difícil da segunda-feira é não se irritar com os buracos. As condições das vias estão cada vez pior, e isso se refletiu em uma roda ainda mais torta. :-\ Definitivamente as rodas serão o centro da atenção no projeto. Aro 700 com pneu fino... não rola. Depois que eu coloquei o penu 38, a situação não piorou, mas também não melhorou. De fato, o pneu 38 é mais confortável e muito mais seguro, não escorrega tão facilmente. Perde-se alguns minutos em desempenho, mas eu acredito que vale a pena. Segurança nunca é demais, fora que ninguém tá afim de ficar na mão.

Olha o resultado das ruas esburacadas de São Paulo:

noLocated media

Notas e informações importantes

Definitivamente considerar um pneu 35 ou 38...

Fotos e Vídeos